Caro D T-P,
Ajuda-me.
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28.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
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28.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
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26.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
Poderiam as coisas ter sido diferentes? É uma pergunta que me ocupa parte do pensamento todos os dias. Se esta pergunta for acompanhada de uma certa dose de arrependimento, ou algo parecido, trata-se de nostalgia. Uma nostalgia por aquilo que não se chegou a viver. Se fosse preciso caracterizar através de uma palavra ou expressão do quotidiano, a nostalgia do “não vivido” escolheria “amargo de boca”. É uma espécie de pedra que ganha raízes no sapato, que nos incomoda todos os dias. Obriga-nos, constantemente, a perguntar “e se...”, deixando-nos convencidos que este ou aquele cenário, poderia ter sido melhor...ou causado maior felicidade. Sim , felicidade. É isso que procuramos, não? Não sabemos bem que forma assumirá, mas procuramo-la em muito do que fazemos.
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sweetjane
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26.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Caríssimas e caríssimos, recebi o seguinte e-mail que passo agora a partilhar connvosco:
Querida doutora sweetjane,
Sou agente secreta vai para mais de 30 anos e nunca disse ao meu marido. Ele julga que eu tenho um lugar. E realmente tenho mas isso é só uma fachada. Mas tal nada me incomoda, porque ele é ateu e eu também não me importo.
A minha especialidade é esperar pacientemente até que os alvos me entrem na loja, sózinhos. Costumo limpar-lhes o sebo arremessando violentamente um repolho em direcção ao nariz, numa trajectória ascendente que, por força do impacto, faz a cana do nariz recolher para dentro dos miolos. Ás vezes uso batatas, mas têm que ser grandes. E depois digo que tropeçaram na caixa das clementinas ou das cenouras e que bateram com o nariz no balcão.
Não sei bem para quem trabalho, só sei que é para uns gajos lá da internet e os gajos nem me pagam nada, mas eu não me importo pois ajuda a passar o tempo. De vez em quando o computador bolsa uns sinais e já sei que é a hora de eliminar mais um.
Veja lá, ó Drª que não sei porque carga de água o proximo é o meu marido, o que pouco me incomoda porque ele cheira dos pes que tresanda e já nem o posso ouvir escarrar todas as manhãs. Mas não sou eu que quero, são os gajos lá da internet, e eu pr'a eles, ó gajos lá da internet mas porquê este e eles moita e eu, ó gajos lá da internet mas porquê este, e eles moita.
Mas o que eu queria mesmo saber, ó doutora, é se a doutora acha que eu ponha uns implantes nas nádegas.
Aguardo impaciente a resposta. Adeus.
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sweetjane
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25.11.06
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Categorias: correio das fãs
Administrador de blog procura portadora de cabelos louros (mesmo pintados), que embora possa não ser particularmente inteligente ou informada sobre a actualidade, deve ter voz agradável e esforçar-se por não dizer “póssamos” ou “fáçamos”, estando disponível para deslocações frequentes, no país e ao estrangeiro. Oferece financiamento (a prestações e com ridículas taxas de juro) para uma liposucção às nádegas e coxas (se se justificar) para além de implantes mamários (mínimo copa 40). Remuneração compatível com a função. Dá-se preferência a louras que não tenham os dentes estragados e que sofram de flatulência. Enviar resposta com fotografia de corpo inteiro para administradorjuanito@visaocabo, até ao próximo dia 31 de Novembro, pelas 15h32m.
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23.11.06
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Categorias: grandes pensamentos
Podemos sempre considerar as hipóteses de mudança física (pagas a prestações) que a cirurgia estética hoje em dia proporciona, tornando acessível a muitas bolsas, a felicidade transitória de uma bela liposuccção infligida às coxas e nádegas ou de uma intervenção que torne os seios mais atrevidos e imponentes.
A sensação de impotência perante a inexorabilidade do tempo (e perante os bandos jovens de 19 anos que se pavoneiam pela rua, nas praias, nas esplanadas, de umbigo à mostra, tatuagens malandras e piercings marotos) é tanto maior quanto mais mal amadas formos. Isso, convém que se diga, a cirurgia estética não cura.
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22.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Retire com cuidado a gordura do borrego e ate-o com fio de cozinha. Faça incisões ao longo da carne, ficando com um aspecto de fatias grossas. Misture a margarina amolecida, os alhos bem picados, o sal, os cominhos e os pimentos. Unte bem a carne no interior das incisões. Deixe em repouso durante cerca de 2 horas, pelo menos. Aqueça o forno a 230ºC. Coloque a carne num prato que possa ir ao forno e, com o lado da gordura virado para cima, leve ao forno pré-aquecido durante cerca de 20 minutos. Depois desse tempo, reduza para os 180ºC e vá regando com a gordura de 15 em 15 minutos, até a carne se separar facilmente do osso (cerca de 2h 30m até 3 horas). Sirva numa travessa guarnecido com as ameixas, a amêndoa e raminhos de hortelã, coentros e agriões, polvilhado com sementes de sésamo.
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22.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
Digo às vezes, à laia de provocação, às minhas amigas (as que têm a minha idade), que as miúdas de 19 anos nos fazem uma concorrência desleal, com aqueles atrevidos traseiros de mármore, aqueles seios firmes e aquela frescura inacreditável. Uma delas (das amigas, claro) diz-me que não. Que essas miúdas não nos fazem concorrência e que os homens da nossa idade não as preferem, quando comparadas com as mulheres da nossa idade. Dependerá dos homens da nossa idade e dependerá das raparigas de 19 anos. Não sei se depende de nós. Cá por mim sinto que somos um pouco como aquele grupo de amigas, no filme "When Harry met Sally", que revê, durante um dos seus almoços semanais, a lista dos homens disponíveis, desesperadas que estão por se sentirem a envelhecer sozinhas. Não que seja esse o meu caso. Mas o que está por detrás desse medo, não é só o pavor da solidão. É a dolorosa percepção de que não podemos voltar atrás. Os rabos descaem, as mamas também. Até pode ser que essas miúdas não me façam concorrência, mas a verdade é que, agora, por mais que me esforce, eu é que não lhes ofereço uma competição digna. Pode não ser a mesma coisa, mas o efeito é o mesmo.
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21.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
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20.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
Sou, pois, uma "cota". Os miúdos e as miúdas de 20 anos tratam-me por "senhora". Já não engano ninguém. Esta expressão faz-me rir. Faz-me lembrar uma vez quando, menos de 2 meses após o nascimento da minha filha, fui a uma loja de roupa (onde invariavelmente me deprimo, sempre que me vejo ao espelho e de onde quero sair o mais rápido possível). Fui com a minha filha e com a minha mãe...3 gerações de mulheres...como nos filmes. A minha mãe comentou - a que propósito nunca irei perceber - que eu só tinha 32 anos e que acabara de dar à luz, ao que a empregada (uma dessas simpáticas miúdas de 20 anos) se apressou a responder "Ahhh...mas está muito bem conservada". Percebem agora, porque digo que sou uma "cota" e que já não engano ninguém?
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20.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Disserte-se, ainda e novamente, sobre o fingimento. Será verdade que é uma constante? Melhor seria saber que partes da nossa vida é que não são fingidas. Não têm por vezes vontade de mandar tudo à viola? Porque é que nos mantemos no "rame-rame" se só vivemos uma vez? É para dar dinheiro aos psicoterapeutas e justificar a sua existência parasita? Ou eles também fingem que ajudam a resolver os problemas que os outros fingem conseguir resolver depois de os consultarem? Quando é que temos momentos de lucidez? Quando nos deprimimos? Tal obrigar-nos-ia a redefinir a depressão. Depressão é lucidez. Parece-me que "a vida é um palco", hoje e sempre.
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19.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
Tenho 35 anos. Daqui a outro tanto serei velha. Na verdade não tenho grande interesse em mim própria e desgosta-me a minha aparência. Ainda mais, a falta de motivação para a mudança. E gosto de comer. Comer e não fazer nada que desgaste as calorias é uma combinação explosiva. Longe vão os dias em que partia corações...e gostava, fingindo sempre nunca saber que provocava esse efeito, mesmo que numa minoria.
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19.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Este blog move-se mais rápido que a própria sombra. A sua evolução é estonteante. E já viram o ecletismo? Ou girará em torno do seu próprio eixo?
Também eu finjo. Finjo não me importar com a minha aparência para não me confrontar com a desilusão. Finjo que a minha insatisfação é da minha exclusiva responsabilidade. E tenho cabelos brancos, aos magotes. Durante uns tempos nada fiz para os disfaçar, fingindo gostar deles. Agora, ultimamente, optei pelas madeixas louras com duas tonalidades diferentes, para tolerar melhor o crescimento do cabelo e para evitar que tenha que ir ao cabeleireiro todos os meses. Pois...é que também finjo não ter tempo para isso. É claro que esta opção só disfarça os brancos na minha imaginação. Que os tenho toda a gente vê...eu sei isso, mas pinto-os à mesma. Bem sei, é um pouco triste. Obedeço à ditadura da aparência...compactuo com ela por piedade para comigo própria.
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18.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Na verdade todas nós, todos os dias, fazemos sempre alguma coisa que se destina a enganar alguém, nem que seja a nós próprias.
Ou fingimos que estamos a trabalhar com afinco para convencer a nossa chefia, fingimos que somos mais interesantes, cultas e informadas sobre a actualidade social, politica e económica, do que na verdade somos, fingimos que somos mais activas e dinâmicas, mais imprescindíveis, do que o que a realidade e uma observação atenta revelariam.
Também fingimos que não vemos coisas que fazem os nossos subordinados, para não nos confrontarmos com eles, fingimos que somos rigorosas enquanto compactuamos com injustiças, defendemos valores de justiça e equidade e não os pomos em prática, exigimos tolerância e igualdade, enquanto secretamente somos racistas e preferimos que as mulheres que trabalham connosco não tenham filhos, defendemos a importância da família quando prestamos pouca atenção aos nossos filhos, defendemos os direitos das mulheres à igualdade no trabalho, mas medimos o seu sucesso pela dedicação ao trabalho (inevitavelmente em detrimento da família), impomos a outros elevados padrões de rigor e a isenção e somos as primeiras a encontrar secretas excepções para o tratamento diferenciado.
Mas não se assustem. Nada disto é "coisa tipica das mulheres".
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17.11.06
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Categorias: Socorro tenho 35 anos...
Ó Rumsfeld tu és amiba,
És ser unicelular,
Parasita (de Arbustos amibas como tu),
Que é preciso esmagar
Esmigalhava-te todo,
Ó Rumsfeld de um cabrão
Com botas de cano alto,
Ficavas colado ao chão
Colado ao chão ficarias,
Ó Rumsfeld, qual chiclete
Que os putos se divertem
A atirar para a retrete
É uma ideia simpática,
A de para o esgoto te enviar
É pena que as ratazanas
Depois te tenham de aturar
Prezo muito as ratazanas
Ao pé de ti, esgaseado.
Porque em competência técnica
Te deixam eclipsado.
Esmigalhava-o todinho
Esse Rummie de um carago
Ficava todo espalmadinho
Esse Feldzito virago
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17.11.06
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Categorias: devaneio poético
"A merda dos blogs vai acabar." Foi assim que Mary Johnson-Fogherty, Presidente da Fundação Johnson-Fogherty, gelou a assistência do almoço-convívio com o grupo Empresários do Multimédia e das Novas Tecnologias, hoje, no Lisboa Fórum. Havia crepes de camarão.
Mary J-F centrou a sua intervenção na muito actual polémica dos blogs que se fartam de ocupar espaço na Internet. Sem meias palavras, muito cedo a perita tornou clara a sua posição: "Acabe-se já com essa merda", defendeu, sustentando que "(...) a este ritmo de pessoas a publicar posts nos blogs e a fazer comentários aos posts que outros já lá puseram, estimo que ainda antes de 2009 possam ocorrer em Portugal os primeiros casos de refluxo da Internet".
O refluxo da Internet é um fenómeno cuja existência muitos peritos contestam. Defendem algumas personalidades do sector - como Mary J-Fogherty - que é fisicamente possível que, por falta de espaço na Internet num dado momento, o envio de qualquer informação para a Web - os blogs são aqui um perigo sistematicamente apontado - pode resultar em transbordância física de uma workstation que esteja online, qualquer que ela seja (seja a do utilizador que enviou a informação para a Internet, ou qualquer outra, em qualquer parte do mundo). Explicando melhor, "(...) o computador, literalmente, começa a bolsar para a secretária aquilo que não coube na Internet", alertou M J-Fogherty, perante o silêncio perturbado dos profissionais do sector, e o choro de algumas crianças que se encontravam na assistência.
Mary Johnson-Fogherty aproveitou a ocasião para apresentar o mais novo produto da Divisão de Consumo da sua Fundação, já disponível no mercado: as "Fogherty Toalhitas", especialmente desenhadas "para limpar e absorver a informação babada dos computadores ligados à Internet".
O delegado da PT-Multimédia ao evento desafiou Mary Johnson-Fogherty a provar as suas afirmações, contestando que, em 27 anos de experiência, jamais tinha visto um computador de secretária "bolsar". O perito defendeu ainda que "computadores a 'babarem-se de informação' só pode ser uma brincadeira, uma ficção."
O mesmo delegado da PT Multimédia viria logo depois a reagir mal às duas balas calibre 9 que Mary J-Fogherty lhe disparou em direcção ao crânio, sendo quase unânime entre os presentes que aquele responsável morreu ainda antes de se voltar a sentar.
O resto da intervenção de Mary Johnson-Fogherty decorreu sem percalços, com a generalidade da audiência a mostrar total acordo face às outras teses que a oradora principal foi apresentando.
Mais almoços-convívio estão previstos ainda em 2006, dada a premência deste tipo de temas da Sociedade de Informação. "Alertar para estas merdas é fundamental", comentou Mary J-F, à saída do evento.
"Balneário em lágrimas na despedida"
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17.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
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16.11.06
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Categorias: Pasta de Dentes, Vítor Espadinha
Este blog é dos mais dinâmicos que tenho memória de alguma vez ter lido na Internet. As cartas começam a chegar, e é difícil processar toda a correspondência que temos recebido acerca dos posts deste blog... quero dizer, post (singular) deste blog.
Trata-se de um blog porventura dinâmico demais.
De futuro, a administração deste blog irá impôr limites ao número de posts, porque a Internet não é só deste blog, e as outras pessoazinhas também têm as suas coisinhas para dizer.
Mas que grande cabrão me saíste, ó Rumsfeld dum ganda cabrão...